Sem prospectar ninguém e sem contratar ninguém. É um serviço novo entregue para a carteira que já te paga todo mês.
O trabalho é sentar três horas com o dono e descobrir onde o conhecimento da empresa mora — o preço, o cliente certo, a voz, o que já foi testado. Isso vira catorze arquivos de texto que a IA consegue ler, ligados à parte que executa:
Diagnóstico, R$ 1.200. A engenharia completa, R$ 4.997. Este livro e a aula ensinam a entregar as duas coisas.
# Como o preço é formado ## A regra que ninguém escreveu Metro quadrado × complexidade × prazo. Nunca por hora. ## Exceções na cabeça do dono – Prédio tombado: +18% – Prazo < 15 dias: +25% ou recusa.
Depois que a empresa está escrita em catorze arquivos, ela para de precisar de um especialista por tarefa. Precisa de alguém que saiba escrever a pasta e ligar os conectores.
E-mail pra base, legenda de Instagram, página de vendas, resposta de proposta. O arquivo de voz diz como aquela empresa fala e o que ela nunca diz — é por isso que não sai texto genérico de IA. Você revisa em vez de escrever do zero.
O Claude lê o CRM pelo conector, acha o lead parado há doze dias, escreve o follow-up citando o que foi falado na última conversa e move o card. A pasta é o que define lead quente naquela empresa — o conector sozinho não sabe.
Carrossel, criativo de anúncio, apresentação comercial. A pasta carrega paleta, tipografia e o que a marca não faz, e é isso que mantém a décima peça igual à primeira. Você decide o arquivo, não o Figma.
Oferta, prova, formulário e o pixel instalado. O texto vem da pasta, a estrutura vem do prompt. É a entrega em que o cliente mais enxerga valor, e a que mais demora quando se faz no braço.
Nenhuma das quatro exige que você seja bom nelas. Exige que a empresa esteja escrita.
E escrever a pasta é a parte mais simples da lista: uma entrevista de três horas e catorze arquivos de texto puro. Sem software novo, sem banco de dados, sem uma linha de código.
Nos Estados Unidos o serviço já tem nome — a Anthropic publicou o manual, a Jasper vende como camada de contexto e a Glean passou de US$ 300 milhões por ano fazendo isso pra empresa grande. No Brasil, quem faz isso pra clínica, loja e indústria ainda não tem nome.

A IA escreve bonito, mas parece texto de qualquer empresa do mundo.
dono de indústria de esquadriasCada pessoa da equipe tem o próprio ChatGPT, com o próprio jeito de pedir, e sai cada coisa.
gerente de marketing, clínicaO Pedro sabia de cabeça como fechava o preço. O Pedro saiu em março.
sócio de construtoraAssinamos quatro ferramentas de IA esse ano. Nenhuma sabe quem a gente é.
dona de loja, e-commerceA causa: ninguém escreveu o que a empresa sabe num lugar que a máquina consiga ler. A regra de preço está na cabeça do Pedro. O cliente ideal está numa planilha de 2022. O tom de voz está no vendedor que mais fecha. A IA não tem como adivinhar nada disso. E ninguém lá dentro tem tempo, distância ou método pra perguntar.
Sem software novo. Sem banco de dados. Sem mensalidade. O cliente termina com catorze arquivos de texto no computador dele e uma IA que finalmente sabe onde está trabalhando.

Você senta com o dono e pergunta o que ninguém lá dentro perguntou. Onde mora a regra de preço? Em qual planilha, qual thread de e-mail, qual CRM, qual cabeça. O livro traz o roteiro e o que fazer quando a primeira resposta vem pronta e decorada.

A gravação vira catorze arquivos de texto puro: negócio, cliente certo, cliente errado, preço, voz, concorrentes, o que já foi testado, números. Funciona no Claude, no ChatGPT, no Gemini e na ferramenta que ainda vai ser lançada.

O Claude tem conectores prontos pra CRM, ERP, gerenciador de tráfego, Instagram e e-mail. Ligar leva minutos. A Memória é o que diz a ele o que fazer com aquilo. Aqui termina o consultor americano de US$3.500. Aqui você continua.
Escritório de advocacia, consultoria, auditoria, escola, SEO. Gente que já atende cliente e passou a cobrar pelo contexto. As calls ficam gravadas.
Primeiro pra você: a sua operação passa a rodar com uma pessoa. Depois pra vender: o mesmo trabalho, feito pros clientes que já te pagam por mês. Sem prospectar ninguém.
Não é lista de arquivo. É o que passa a sair da sua operação depois que o contexto está escrito e os conectores estão ligados.
Tudo o que você precisa pra fechar o primeiro cliente, e o preço de cada peça se você fosse comprar separado.

O livro Quinze capítulos, da entrevista de abertura ao relatório mensal do cliente.01 Engenharia de contexto02 A Memória03 As Frentes04 Voz e criativo05 Mídia06 A busca virou resposta07 Funil e medição08 A regra nunca está escrita09 Ninguém assina fé10 As perguntas que ninguém fez11 O que permanece e o que quebra12 O preço13 Os três obstáculos14 O cliente que já te paga15 Fecho
A aula de 58 minutos Gravação sem corte: a pasta nascendo, os conectores ligados, a demonstração das duas janelas.01 A entrevista02 Os cinco lugares onde o conhecimento mora03 Escrever os 14 arquivos04 Ligar às Frentes05 A demonstração de duas janelas06 O que cobrar, e como
Os 14 documentos iniciais Pré-preenchidos. Você abre um formulário com lacunas, não uma folha em branco.00-negocio.md01-cliente-certo.md02-cliente-errado.md03-preco.md04-voz.md05-concorrentes.md06-ja-testado.md07-numeros.mdfrentes/copy.mdfrentes/design.mdfrentes/email.mdfrentes/trafego.mdfrentes/crm.mdfrentes/painel.md
Os 6 prompts Os mesmos que eu uso. Texto puro, cola em qualquer IA.01 A entrevista02 Da gravação aos 14 arquivos03 A demonstração de duas janelas04 Ligar um conector05 A proposta comercial06 A revisão trimestral
Bônus: Agente de Pesquisa HBR Roda no primeiro cliente antes de você assinar contrato com ele.
Garantia de 30 dias, sem pergunta
Eu escrevendo a Memória do seu cliente
Sessão de dúvidas ao vivo comigo
Revisão da sua primeira pasta, feita por mim
Garantia sem pergunta. Se em 30 dias você ler, aplicar no primeiro cliente e achar que o método não vale os R$ 29,90, manda um e-mail e o valor volta inteiro. O risco de testar é meu, não seu.

Publicitário de formação e copywriter. Durante a maior parte da minha carreira o meu instrumento de trabalho foi o Google Docs — documento em branco, cursor piscando, prazo.
Fui head de marketing e primeiro membro da equipe do Viver de IA, quando o nome ainda não existia e IA para negócios não era assunto. Estava na primeira fila sendo a pessoa menos técnica da sala.
Quando a onda de automação chegou — n8n, Make, agente pra tudo — eu não entrei. Nunca assinei nenhuma das duas. Não ia ter vantagem competitiva contra quem programa desde os quinze anos. Fui atrás da parte que ninguém estava fazendo: escrever o que a empresa sabe.



